quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Nossas irmãs pelo mundo-Série 1



Irmãs de Bielsko




Irmãs de Landser


Irmãs de S. Restituit!



Irmãs do Cazaquistão














Irmãs de Kiri



Irmãs de Ligório



Irmãs de Scala




Irmãs de Peru



Irmãs de Kezmaroke


E você jovem, não que fazer parte desse time?
Você pode salvar vida pelo poder da oração! 
Seja uma:

MONJA REDENTORISTA!

Com você nosso time fica mais forte.


Entre em contato:







terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Por uma cultura vocacional!


Nos unimos aos nossos irmãos Redentoristas que a pedido de nosso superior geral, pede para que vivamos um ano dedicado a vocação missionária Redentorista. E vamos um pouco mais longe, nos unimos a ele por um ano dedicado a cultura vocacional missionária, contemplativa Redentorista!
Para que os jovens de suas frentes de trabalho e de nossa comunidade eclesial monástica, vivam com intensidade a espiritualidade herdada por nosso pai e mãe fundadores:
Afonso e Celeste.

Rezemos pois, para que muitos jovens sintam o desejo de se doarem totalmente a serviço do evangelho, como continuadores e "imitadores" do Santíssimo Redentor!

Jovem? Você já pensou em ser todo de Deus?
Venha ser irmão, irmã e padre Redentorista a Serviço da boa Nova!

(irmãs OSsR e padres CSsR (prov. Rio de Janeiro))

"Como é bom os irmãos viverem juntos"
(mosteiro Santo Afonso-Dublim)

Acessem:



segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Descobrindo a vocação!





Óh! Grande Deus, Senhor Poderosíssimo! Como Poderemos nós; pobres criaturas, compreender seus caminhos inescrutáveis!

                                                                                                                  Diálogo 7






 Procuramos viver a fraternidade deixada por Jesus Redentor! Amando cada irmã e cada irmão que nos procuram para se encontrarem com o Santíssimo Redentor!




Jovem! Você quer ser uma monja Redentorista? Nos procure, venha ser uma memória viva do Redentor!


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Meditando com a venerável Celeste, nossa mãe fundadora

 No coração dos viventes produzes uma semente semelhante a tua: Tu és o trigo fecundo que, morto na terra não ficastes só, mas que frutificastes para a vida eterna.

                  (Diálogo 5- pág. 74)


Como Redentoristas dedicamos nossas vidas a contemplação e ao trabalho!

Jovem! Já pensou em florir o jardinzinho de nosso Divino Esposo? Não hesite junte-se a nós e venha oferecer Rosas ao nosso Redentor!

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Dom João fala sobre o Ano da Vida Consagrada


Em contexto com as celebrações pelos 50 anos do Concílio Vaticano II o Papa Francisco dedicou o ano de 2015 à vida consagrada. Aproveitando a vinda de Dom João Braz de Aviz, ao Brasil, os jornais O São Paulo, do estado de São Paulo e Testemunho de Fé, da Arquidiocese de São Sebastião, no Rio de Janeiro, fizeram uma entrevista para saber mais a respeito das comemorações para este ano dedicado aos consagrados.
Dom João falou da importância de se ter um ano inteiro dedicado à vida consagrada. Comentou também que um dos objetivos é fazer com que os consagrados olhem para o futuro com esperança, desapegando dos pecados e deixando os erros do passado para trás.
Por fim Dom João falou sobre os anseios e desafios da vida religiosa nos dias de hoje. “Temos que recuperar profundamente a vida fraterna, a vida de família dentro das congregações e das ordens. Por que se você está numa casa e não se sente bem nela, você vai para a rua. O jovem também faz isso. Nós temos que recuperar esse senso da fraternidade, onde você está com o outro e sente alegria, não desconfia, onde você quer o bem do outro e se deixa modificar pelo outro.”
Segundo o Cardeal que é prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, atualmente são aproximadamente um milhão e meio de religiosos e religiosas espalhados em cerca de dois mil institutos, ordens, congregações ou institutos de apostolados leigos no mundo.
Por Kamila Aleixo

Acompanhe a entrevista completa:

O SÃO PAULO: Por que um ano voltado à vida consagrada?
Dom João Braz: O Papa Francisco sente que, neste momento, a vida consagrada precisa olhar para o passado com grande gratidão. Não vamos ficar só chorando pelos pecados. Tem muita coisa de erro, sim, mas também há muita tentativa de desmoralizar a Igreja. Vamos olhar para o passado agradecendo a Deus por tudo de bom e vamos rever o que está errado sem medo.
Depois, queremos olhar para o futuro com esperança. Não dizer “Ah, está tudo morrendo mesmo, não tem mais jeito”. E viver o presente com paixão. Esse é grande programa para o Ano da Vida Consagrada. O Papa tem um grande amor pela vida religiosa.

Quais ações estão previstas para marcar o ano da Vida Consagrada?
Estamos preparando a assembleia plenária da nossa Congregação para os Institutos de Vida Consagrada para outubro ou novembro de 2015. Também queremos realizar um encontro de superiores gerais em Roma. Prevemos, ainda, um encontro de pessoas que estão no âmbito da formação nos vários institutos, e queremos realizar, também, encontros por vocações e algo específico para vida contemplativa, como uma corrente de oração.
Essas são as primeiras perspectivas... O Papa também nos pediu para renovar os documentos fundamentais que falam da vida consagrada. Por exemplo, o documento que fala da relação entre bispos e religiosos, nós temos que rever, pois está desatualizado. O documento que fala da vida contemplativa dos monges e das monjas também tem que ser revisto, pois o que temos agora é de 1950.
Além disso, estamos para publicar um documento sobre os chamados “irmãos”, ou seja, aqueles que são consagrados e não se tornam padres, para revalorizar essa vocação como ela é. É uma vocação muito grande e ela foi deixada um pouco na sombra. Já estamos com o documento quase pronto. E, claro, queremos escutar aquilo que vai nascer no mundo inteiro.

Como apresentar aos jovens a vida religiosa? Ela responde aos anseios do homem atual?
É interessante, mas o jovem quer seguir Jesus. Quando a gente fala e testemunha Jesus, a gente nota que o jovem quer um grande ideal. Então, quando o jovem ouve um grande ideal e ele vê testemunhado um grande ideal, ele se sente atraído. Hoje, aqui no Rio de Janeiro, a referência que tenho diante dos meus olhos é a imagem do que aconteceu entre os jovens e o Papa Francisco durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ).
Mas isso não é só aqui. Nós temos, por exemplo, movimentos onde os jovens tem despertado para todos os tipos de vocações.
Tem muita gente que pensa que a vida consagrada não existe mais. Ela não tem mais a mesma força em determinados lugares, como a Europa. Mas aqui na América Latina, África e em parte da Ásia as vocações estão se desenvolvendo de modo muito profundo.
Neste sentido, o jovem responde. Mas ele precisa de autenticidade e de desafio, pois o jovem não quer coisa pequena. Ele quer algo que valha a pena dedicar toda a sua vida.

Como renovar a vida religiosa sem perder a fidelidade aos carismas?
Aqui tem duas coisas. O carisma é como uma herança que cada família religiosa recebe do seu fundador, da sua fundadora. A primeira coisa é que se uma congregação quer sobreviver, deve permanecer fiel à luz que recebeu. Se começar a pular de galho em galho, e ir para campo que não é dele, ele mata o carisma, por que a graça não estava naquela outra coisa, mas naquilo que foi dado ao fundador.
Agora, do outro lado, o fundador, às vezes, viveu no século passado e a linguagem do século passado, a organização da sociedade, eram diferentes. Então, precisa atualizar o diálogo com a cultura atual. Nós temos que escutar o homem e a mulher, perceber quais são as suas sensibilidades, quais são seus valores, conviver e aprender com a sociedade, mas não perder aquilo que vem do carisma e aquilo que vem do Evangelho.

Quais são as preocupações e anseios da vida religiosa hoje?
Nós temos alguns problemas. Por exemplo, temos que recuperar profundamente a vida fraterna, a vida de família dentros das congregações e das ordens. Por que se você está numa casa e não se sente bem nela, você vai para a rua. O jovem também faz isso. Nós temos que recuperar esse senso da fraternidade, onde você está com o outro e sente alegria, não desconfia, onde você quer o bem do outro e se deixa modificar pelo outro.
Outro desafio é voltar aquilo que foi a primeira decisão da gente no seguimento da vocação do consagrado. O que aconteceu ali? Ali Deus manifestou seu grande amor pela gente. E nós nos sentimos atraídos pela beleza deste amor. Depois, acabamos nos desiludindo um pouco, o caminho é sempre difícil, com tropeços. Então, é preciso recuperar essa ligação profunda com Jesus para se deixar moldar por ele.
Também é preciso saber a hora de sair das obras... Se tem muita obra e pouca gente, deixa de lado um pouco de obra. Não mata o carisma. Segura o carisma e deixa as obras. Deixa a obra à disposição da Igreja e cuida do carisma.
Também é preciso fazer a ligação entre novos e antigos carismas. Não são dois Espíritos. É o mesmo Espírito que falou no passado e que agora fala no presente. Se não a gente contrapõe os movimentos atuais dizendo “bom, os outros já passaram, e agora é conosco”. Não é assim.
Fonte: Arquidiocese de Brasília


sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Conheça algumas de nossas formandas


Irmã Monic- juniorista de Cebu

Irmã Monic- juniorista de Cebu

Madre do México e uma jovem na experiência


Irmã do méxico e a postulante Verônica

Mestra Maria Mercedes e as duas postulantes mexicanas- Sarai e Verônica

Primeira noviça da Tailândia

Irmãs e postulantes da Polônia

Recreio fraterno na Polônia

Alegria da vida num mosteiro-Bielsko Biala-Polônia

Irmã Maria Ancilia-Alemanha

Irmã Joan- Noviça, Irlanda


Irmãs de Scala e sua Postulante

Não pode pensar a Igreja sem as religiosas

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Papa Francisco no dia da vida consagrada: "Pensem na Igreja sem as irmãs? Não! Não se pode pensar!"
#quem saiba esse apelo não seja um convite


 Por ocasião do XVIII Dia Mundial da Vida Consagrada, o Papa Francisco presidiu uma  missa no Vaticano com a participação de centenas de Religiosos e Religiosas. Francisco ressaltou a importância e o papel das mulheres que se consagram a Deus neste estilo de vida e frisou que não se pode pensar a Igreja sem elas. "Pensem na Igreja sem as Irmãs. Não. Não se pode pensar. São grandes essas mulheres que consagram suas vidas e levam a mensagem de Jesus", disse. "A Igreja e o mundo precisam deste testemunho do amor e da misericórdia de Deus", acrescentou.
Aos fiéis reunidos na praça de São Pedro para o Angelus de domingo 2 de Fevereiro, festa da Apresentação do Senhor, o Papa dirigiu estas palavras improvisadas para frisar a importância das pessoas consagradas na vida da Igreja e do mundo.
«Há muita necessidade — acrescentou — destas presenças, que fortalecem e renovam o compromisso da propagação do Evangelho, da educação cristã, da caridade aos necessitados e da oração contemplativa; o compromisso a favor da formação humana, da formação espiritual dos jovens e das famílias, o compromisso pela justiça e pela paz na família humana».
Ao testemunho dos religiosos e das religiosas, o Pontífice dedicou também a homilia pronunciada pouco antes na basílica de São Pedro para a celebração do dia da vida consagrada. Evocando a simbologia da apresentação de Jesus no templo, recordou que na experiência da consagração religiosa, «observância» e «profecia» não estão em oposição mas devem proceder juntas sob a guia do Espírito Santo.
Na conclusão do Angelus, o Papa lançou um apelo a favor do acolhimento e da promoção da vida humana em todas as suas fases, convidando os fiéis à solidariedade concreta para com as populações atingidas pelo mau tempo nalgumas regiões da Itália.
Fonte: News.va

Homilia do Papa francisco no dia da apresentação do Senhor e da vida Consagrada!

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Video da homília do nosso Santo Padre o Papa Francisco, por ocasião da festa da Apresentação do Senhor e do dia mundial da Vida Consagrada!

Maria Celeste Crostarosa e sua fundação!

Julia Marcela Santa Crostarosa; a inpiradora dos redentoristas.
Vós me fazeis ver que coisa é a vida de minha alma em vós: (...) E minha Alma, deixando qualquer outra ocupação com objeto criado, é atraída por vossa suavidade acima de qualquer coisa exterior ou interior. Tudo deixa por vós e tudo renuncia por vós, até a alguma reflexão razoável que pertença ainda a mim mesma, com o ato que eu chamo de pureza, tudo cede a vós. (Diálogos de uma Alma com seu Senhor, Jesus )

Julia Marcela Santa Crostarosa, esse era nome de batismo da atual Serva de Deus Madre Celeste Crostarosa. Nasceu no dia 31 de outubro de 1696 na paroquia de São José Maior, na cidade de Nápoles. Filha de Paula Batista Caldari e José Crostarosa, a boa monja pertencia a alta magistratura, porém poucos diriam que, semelhante a Santo Afonso, essa monja deixaria tudo para levar a todos para Cristo, com seu modo de vida contemplativo e sua espiritualidade Cristocentrica. Sua família era de uma profunda vivência religiosa. E os primeiros paços de sua vida fazem parte de uma experiência intima com Jesus Cristo, e a vivência dessa intimidade.

Na introdução da sua Auto biografia, ela escreve na terceira pessoa do singular: “ Foi-me ordenado por vontade do Senhor, por quem me pode mandar, que eu escrevesse as misericórdias liberalíssimas feitas por Nosso Senhor Jesus Cristo, por sua só bondade, a uma alma religiosa [Madre Celeste], chamada por Ele em seu seguimento desde a sua mais tenra idade. (...) Por isso peço e tenho pedido ardentemente ao Senhor, (...),para que eu acerte sua Divina Vontade.” Acertar a Vontade de Deus, é, semelhante a São Geraldo, de modo resumido, toda a intenção, pensamento e ação de Madre Celeste Crostarosa.

Aos 11 anos Madre Celeste faz a primeira confissão, na Igreja de Santo Tomás de Aquino, e promete dar-se toda a Deus. Orientada pelo confessor, um padre dominicano, começou a praticar a oração mental pela leitura das meditações da São Pedro Alcântara, intituladas de Alimento da Alma. Sua vida de oração, ao contrário do método comumente praticado pelo Bispo Falcoia, não estava apoiada na meditação e prática das virtudes. Pelo contrário, sua espiritualidade, sua vida de oração, estava apoiada na sua interioridade com Deus, num Deus que fala ao seu coração e pelas Sagradas Escrituras. E o resultado desta unidade e intimidade, que ela descreve tão detalhadamente no Diálogos da Alma, está ligada a uma encarnação, vída prática, da vontade de Deus.

Na vida religiosa, a Serva de Deus entra no Carmelo de Marigliano e, por conseguinte, no mosteiro da Visitação em Scala. Neste ela recebe uma revelação divina para fundação de um instituto religioso: “No dia das Rogações do ano de 1729 no mês de abril, indo comungar a referida religiosa, se fez na sua alma, de novo, aquela transmutação de seu ser no de Nosso Senhor Jesus Cristo. (...) Então lhe foi dado a entender um novo Instituto que o Senhor colocaria no mundo por meio dela. E que Nele e na sua Vida, se encerravam todas as leis de seu viver e sua regra” (Autobiografia). Deste modo Madre Celeste se torna a fundadora da Ordem do Santíssimo Salvador, posteriormente, modificada pelo nome de Ordem do Santíssimo Redentor.

A fundação do Instituto não foi fácil. Inclusive a própria monja se questionou acerca da verdade da revelação divina e da concretização da vontade de Deus nesse Instituto. A confirmação desta obra se fez na sua abertura, entrega e confiança total ao projeto de Deus. A espiritualidade redentoristina tinha uma intenção precisa: ser uma viva memória de Jesus e isso, segundo a Serva de Deus, exige a plena transformação em Cristo. Desse modo Deus fala ao coração de Madre Celeste, nas Spicilegium Historicum: Imprimi, portanto, em vosso espírito a sua vida e a verdadeira semelhança de sua imitação e sede na terra, vivos retratos animados de meu dileto Filho, sendo somente ele vosso chefe, o vosso princípio... A vossa vida será regulada pela verdade por ele ensinada nos santos Evangelhos, nos quais estão escondidos todos os tesouros do céu, a fonte da vida.

Foi pela vontade de Deus que Madre Celeste foi a Fundadora da Ordem do Santíssimo Salvador e a Inspiradora da Congregação do Santíssimo Redentor. Essa inspiração costrarosiana está até hoje inserida nas nossas constituições. Assim como o filho de Deus veio ao mundo por intermédio de Maria, foi pela Serva de Deus, Madre Celeste Crostarosa, que a Congregação do Santíssimo Redentor teve origem. Uma coisa que não podemos descartar nessa fundação masculina é o aspecto trinitário (Crostarosa-Geraldo-Afonso) por onde se apresenta o caráter espiritual-carismático-missionário da Congregação dos Redentoristas. Que Madre Celeste possa cada dia nos inspirar na continuidade do seguimento de Jesus redentor.


fonte: juventude Redentorista

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Mensagem ao Dia Mundial da Vida Consagrada

Mensagem aos Institutos Seculares e de Vida Consagrada

Amados, amadas de Deus
Tenho Sede!

"Despertem o mundo! Sejam testemunhos de uma forma diferente de fazer as coisas, de agir, de viver! É possível viver neste mundo de forma diferente" (Papa Francisco).
Caríssimos irmãos, caríssimas irmãs, em Jesus Cristo, nosso Salvador, membros dos Institutos Seculares e das Sociedades de Vida Apostólica, a nossa Mãe Igreja faz coincidir o dia da Apresentação de Jesus ao Templo com o dia dedicado aos senhores e às senhoras.
As ricas imagens de Simeão, com Jesus nos braços e a da profetisa Ana, que dia e noite servia a Deus no Templo, nos falam da harmonia que deve haver entre o antigo e o novo no coração de cada consagrado(a) a Deus, qualquer que seja o estado de vida. Como não ver nestas imagens a vida e o trabalho de cada um dos senhores e de cada uma das senhoras, membros dos Institutos Seculares e das Sociedades de Vida Apostólica, homens e mulheres que, de maneira livre e espontânea, total e existencial, vivem, mediante os carismas próprios, a radicalidade do seguimento de Jesus. Toda vocação é boa e bonita. Basta vivê-la em plenitude.
Jesus Cristo é apresentado ao mundo como luz e salvação para o povo de Israel que vivia na expectativa da chegada do Messias de Deus. Como Simeão, devemos, como consagrados e consagradas, ter sempre em nossos corações o desejo do encontro com Jesus e de receber dele a plenitude de vida e de sua graça, que somente Ele pode nos oferecer. Ele é a luz que ilumina nossas vidas e aquece nossos corações. É Ele a esperança última dos corações humanos que não querem morrer antes de o encontrar. É Ele o este sinal de contradição para um mundo que prima .. Ele é a espada que traspassará nossos corações, deixando-os indivisos.
A vida, a vocação e a missão de quem se consagrada a Deus, a exemplo de Jesus, deve também ser um farol que ilumina aqueles que vivem na noite do pecado, da ignorância e do desamor. Ajudar os homens e as mulheres do nosso tempo a se encontrar com Jesus e ter a alegria de carregá-lo no coração é a missão primeira de quem se consagra a Deus na doação total.
As pessoas de vida consagrada, vivida plenamente pelos membros dos Institutos Seculares e pelas Sociedades de Vida Apostólica, são chamadas a ser reflexo da bondade, da misericórdia e da compaixão que vem de Deus. Ao refletir a luz de Cristo na vida cotidiana de silêncio, de escondimento e de inserção no tecido da vida social, os senhores e as senhoras irradiam o bom odor de Cristo e são capazes de gritar com vossas vidas o quanto é importante ser sinal do amor oblativo e criativo de Deus por este mesmo mundo que tem dificuldade de fazer as contas com o mistério de Deus. Não são poucos hoje aqueles ou aquelas que vivem suas vidas como se Deus não existisse. A estes devemos com coragem anunciar a boa nova do Reino.
Devemos ser, neste mundo, sal, luz e fermento, pois “a Igreja cresce, não por proselitismo, mas por atração; como Cristo atrai tudo para si, com a força do seu amor, a Igreja atrai quando vive em comunhão, pois, os discípulos de Jesus serão reconhecidos se amarem uns aos outros como Ele nos amou” (DAp 159).
Caros e caras, o papa Francisco, na Evangelli Gaudium, com uma frase lapidar, define muito bem o que os senhores e as senhoras são na e para a Igreja: “os religiosos tem na sua vida consagrada um meio privilegiado de evangelização eficaz. Pelo mais profundo de seu ser, eles situam-se de fato no dinamismo da Igreja, sequiosa do Absoluto de Deus e chamada a santidade. É desta santidade que dão testemunho. Eles encarnam a Igreja desejosa de se entregar ao radicalismo das bem-aventuranças” (EG, 69).
Hoje muito se fala da crise pela qual passa a vida consagrada. É preciso, enfim, nos debruçarmos com atenção sobre esta questão para identificar as razões de tal situação e as possíveis respostas para amenizar os efeitos danosos de tal crise. Mais do que uma crise da vida consagrada enquanto tal, o que está em crise hoje é nossa capacidade de entregar completamente nossa vida a Jesus; o que está em crise são nossas escolhas, o nosso testemunho, a nossa vivência do Evangelho. Diante deste estado de coisas, devemos ritmar  nossos passos no caminho de Jesus, descobrindo que Ele nos dá tudo aquilo que nos faz plenamente felizes. Por Ele, vale a pena deixar tudo e arriscar a vida. Somente Ele pode saciar nossa sede e nossos desejos de paz e de felicidade que se aninham em nosso coração.
Por fim, constatamos com alegria que os Institutos Seculares e as outras formas de vida apostólica vão, aos poucos, encontrando seus lugares na Igreja e no mundo, manifestando a força transformadora do Evangelho de Jesus Cristo. É importante que a vocação e a missão dos senhores e das senhoras sejam cada vez mais valorizadas, estimuladas, visibilizadas e testemunhadas, a fim de que a Igreja seja realmente uma comunidade plena de dons e de carismas.
Neste dia de feliz comemoração dos vossos estados de vida, façamos votos que todas as comunidades paroquiais ou outras formas de comunidades e diferentes famílias religiosas, se reúnam para momentos de oração e fervorosa ação de graças. Vivam este dia que o Senhor fez para os senhores e as senhoras como dia de oração, reflexão, revisão de vida e confraternização.
Aproximamo-nos daquele que é Vida Plena e somente nele encontremos nossa alegria e nossa esperança!
Que o bom Jesus nos carregue em seus braços e ilumine nossas vidas.

Com minha benção!

Dom Pedro Brito Guimarães
Arcebispo Metropolitano de Palmas e
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os
Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada